
Ninguém conhece o mundo guardado em meus olhos, q toma o tamanho dos meus desejos e que se enfeita com a minha imaginação!!
sábado, 31 de julho de 2010

sábado, 24 de julho de 2010
Dormir sem você!
Eu sinto seu cheiro pela casa.
E a sua falta preenche esse vazio,
Te procurar é em vão.
Você não está em outro lugar se não meus pensamentos,
Meu coração.
Sem você não tenho o sono de quem velar
E não tenho porque tentar dormir,
Mas me falta o encaixe certo,
O peso exato da perna
O braço que abraça,
A mão pra segurar,
Me falta o compasso da respiração
O ar quente
Me faltam os beijos,
As lambidas.
Me falta você.
Dormir sem você é em vão.
Sonho de Icaro
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Sou Aquela ...

Sou aquela enganada, que diz que te esqueceu mas daria a vida por mais um beijo seu. Aquela perfeição, que tem mil defeitos. Aquela quieta, que adora conversar. Aquela vingativa, que te perdoa. Aquela malandra, que cai feito patinha. Aquela apaixonada, que ama com medo de se arrepender e ignora pra não sofrer mais. Aquela indecisa, que vai embora quando quer ficar. Aquela fácil de acreditar em promessas, que acredita nas suas palavras, mas não tem certeza. Aquela confiante, que confia no hoje e desconfia do ontem. Aquela só, que se sente sozinha quando há tantas pessoas ao seu lado. Aquela esperta, que entende quando precisa ser entendida. Aquela decidida, que de vez em quando volta atrás. Aquela cantora de chuveiro, que canta músicas pra tentar esquecer. Aquela corajosa, que tem medo. Aquela diferente, que não te vê do jeito que todos veêm e percebeu que o comum não a atrai. Aquela que sempre quer um começo, mas tem medo do fim. ♥
Autor Desconhecido
sábado, 17 de julho de 2010
.......................
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia.
(trecho de O Divã)
segunda-feira, 12 de julho de 2010

"Sou pessoa de dentro pra fora.
Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando
sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em
frente.
Sou isso hoje...
Amanhã, já me reinventei.
Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais
de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de
menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário,
enlouqueço e deixo rolar...
Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem
teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas
não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro
também!"
TATY BERNARDI
sábado, 10 de julho de 2010
PENSAR É TRANSGREDIR
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Um desafio legal ...



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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Pensamentos...

quinta-feira, 1 de julho de 2010
Onde Está Você Agora?
